28 de jul. de 2010

A vós A nós




 Parem! Parem o ato que a voz da Santa Dor vem alto suplicio fraternal perguntar aos vossos súditos de quais tolas destrezas foi um amigo capaz de cometer para receber tamanha penumbra de distâncias?  Por mais longínquas sejam as léguas que separam os mares e, por mais sabido que isso seja, é de infinita necessidade o grito escutar daquela que sempre almejei louros de glória.
 Por quais trilhas vós andastes, flores que colhestes faces que vos renderam suspiros algozes, quantas mãos vos ofereceram um prato e quantas palavras deixaram vossa língua cansada. Diga-me, sequer um átimo de suspiro de vida, que já me rendo em contentamento.
 Jamais deixais os olhos de um irmão ausente de vossos passos por mais que eu vos seja tolo, jamais!


Lembranças de um arcadismo nostálgico sobre a bela donzela Sra. Maristella.